Um lançamento literário é o da Juanita. Quem ? Juanita Castro. Ah tá. A irmã de Fidel faz uma revelação bombástica, trabalhou como espiã para a CIA durante 3 anos, antes de se refugiar para o México, e depois USA, onde vive hoje com 76 anos. Fidel fuzilou muitos "inimigos da revolução", mas imagine se, Stálin descobrisse que a irmã dele era uma agente da CIA, ou de algum órgão opositor ao seu regime, ele certamente cometeria mais um homicídio. Quem não gosta do Fidel vai dizer que ele não matou sua irmã pq não teve oportunidade, e Fidel, provavelmente, só sabe agora dessa traição de sua irmã. Falando em Stálin, Yevgeny Dzhugashvili moveu uma ação contra o jornal russo "Novaya Gazeta", afirmando que a imagem de seu querido avô foi difamada, em um artigo desse jornal, tal artigo cita Stalin como um "canibal sedento de sangue". Um Tribunal russo, logicamente, rejeitou a ação proposta pelo neto de J. Stalin, uma vez que todos sabem que o regime deste foi violento, ceifou milhares de vidas, existindo provas documentais em que o ditador assina execuções penais. E a Gulag, um campo de trabalho da Sibéria, que abrigava inimigos políticos do comunismo, se assimila muito a campos de concentração de extermínio.
O neto exigia desculpas públicas e uma compensação. O fato é que Stálin, sendo uma pessoa pública, tinha consciência que seria lembrado pela História de acordo com os seus atos, opiniões. Yevgeny não gostaria de ler isso aqui(ele nem vai ler), mas pelo conhecimento histórico, eu digo que Stálin mataria sua irmã, por causa de uma traição, até mesmo o seu neto. Agora atravessando vários fusos, retornando em Cuba, ao ser perguntada se Juanita se considerava uma traidora, ela respondeu que não, por que os seus irmãos(Raul e Fidel com quem não fala há 45 anos) que trairam os ideais da Revolução, e não ela. Mas quais os ideias da Revolution, Ju ??? Talvez ela fale no livro. Donna(o codinome de Juanita, tipo um nome de trabalho, como espiã) disse que quando morava em Havana passou várias informações ao governo americano, inclusive a instalação de mísseis soviéticos em Cuba, momento de maior tensão da Guerra Fria, em que especialistas dizem que quase culminou com a terceira guerra mundial.
Se eu pudesse falar algo com a Juanita, eu diria "não sei se vc foi uma traidora, mas... PORRA vc qse explodiu o mundo ! Imagina se tivesse acontecido a 3 guerra mundial, eu , talvez não teria nascido, talvez ñ existisse mais vida!" nem vc leitor, estaria lendo isso agora !
Valeu Juanita! Muito bem, quase acabou com tudo! O poder bélico da URSS era monumental, o dos EUA, superhipermegagigantesco. Quando caiu muro de Berlim, constatou-se que o poder nuclear dos EUA era 20 vezes maior do que o da URSS.
Eles tinham o suficiente pra explodir a Terra, Marte, Plutão, e etc...
Se é verdade mesmo da Juanita que ela passou essa inf. á CIA, ou é uma estratégia de marketing, é uma incógnita. Mas o fato é que, pela lógica do capitalismo, quanto mais vc vender, mais vc ganha né Ju ?
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Uma noite quente de insônia
Em última análise, o confronto deve ser evitado tanto quanto possível. É inadimissível procurar a beligerância quando outros meios se apresentam ou quando ainda não esgotamos sua procura. Pode ser uma total falta de nexo mas a história jamais julga nossas ações, e a repercussão de nossos atos como verdades ou mentiras, atos de heroísmo ou barbárie, ou mesmo a dicotomia bem/mal. Nossos atos nada mais são do que a imagem que contruímos sobre nós posteriormente a vitória. E por isto, são o retrato que fazemos de nós mesmos, seja como grandes heróis ou como terríveis vilões.
Nossas naturezas beligerantes se manifestam, não como uma tentativa de corrigir fracassos ou erros, mas de demonstrar nossa pressuposta grandeza e maestria de maneira real e objetiva. Reside ai o maior problema ao percebermos nossos atos. Somos primariamente criaturas que prezam sua sobrevivência e demonstrações de força(não necessariamente na acepção mais literal da palavra). E estes pressupostos se excluem de maneira tão natural que nós é quase impossível entendê-los da maneira que eles realmente são.
Todo mundo tem sua guerra pra lutar. Todo mundo quer ter um lugar pra voltar. Nem sempre podemos deixar de nos esconder atrás das nossas habilidades. Mas alguns de nós as vezes se escondem tanto que já não é possível discernir quem é o real e quem é o imaginário.
Abraços do seu larápio favorito.
A. Lupin.
Nossas naturezas beligerantes se manifestam, não como uma tentativa de corrigir fracassos ou erros, mas de demonstrar nossa pressuposta grandeza e maestria de maneira real e objetiva. Reside ai o maior problema ao percebermos nossos atos. Somos primariamente criaturas que prezam sua sobrevivência e demonstrações de força(não necessariamente na acepção mais literal da palavra). E estes pressupostos se excluem de maneira tão natural que nós é quase impossível entendê-los da maneira que eles realmente são.
Todo mundo tem sua guerra pra lutar. Todo mundo quer ter um lugar pra voltar. Nem sempre podemos deixar de nos esconder atrás das nossas habilidades. Mas alguns de nós as vezes se escondem tanto que já não é possível discernir quem é o real e quem é o imaginário.
Abraços do seu larápio favorito.
A. Lupin.
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